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Cadência de 4 acordes mais famosa do mundo

2 agosto, 2011

Veja quantos sucessos você já ouviu com a mesma harmonia

Publicação Original: http://www.naosalvo.com.br/vc/tudo-e-possivel-com-4-acordes/

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Jovem que estuda música protege cérebro em idade avançada

27 abril, 2011

As muitas horas dedicadas ao aprendizado de música trazem benefícios a longo prazo, mostra um estudo publicado na versão on-line do jornal “Neuropsychology”, da Associação Americana de Psicologia.

A pesquisa indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais por muitos anos parecem formar uma proteção natural contra perdas cognitivas que costumam ocorrer durante a terceira idade.

Mesmo que essas pessoas tenham largado o instrumento em algum momento das suas vidas, a mente ainda se mostra afiada na idade avançada, se comparada àqueles que nunca aprenderam música.

Um grupo formado por 70 musicistas com idade entre 60 e 83 anos se submeteu a variados testes de memória e habilidade para captar informações novas, entre outras situações.

O resultado é que se saíram melhor nas provas quem tocou música durante nove e dez anos. O que sugere que quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.

O piano ficou como o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos eram amadores e tinham em comum terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.

O estudo também considerou o preparo físico e o nível educacional dos participantes. E, o que chamou a atenção, é que havia igualmente a relação entre a capacidade cognitiva e os anos de atividade musical se os voluntários estavam ou não envolvidos com música atualmente.

A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e ações repetitivas.

Fonte: Folha.com

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Gosto musical: cada um tem o seu!

13 agosto, 2010

A música é uma arte celestial e eterna, capaz de movimentar multidões, mudar a forma do sujeito de vestir, tratar doenças e uma grande instrumento de ensino, mas também ajuda na formação da opinião.

Acho curioso também como a música ao mesmo tempo que pública, é particular e por diversas vezes ela toca o indivíduo de um jeito que o arrebata à ilusão de achar que sua opinião é a mesma que a da maioria.

Quantas vezes não me senti como o sujeito da ilustração abaixo:

É engraçado, mas já passei várias vezes por essa situação.

Um abraço!

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ARTE vs VAIDADE

18 maio, 2010

Quando um artista se deixa levar pela vaidade, está colocando sua arte em risco.

A afirmação não é de nenhum grande pensador, trata-se de uma conclusão que cheguei observando alguns artistas, analisando suas trajetórias e me lembrando de alguns momentos vividos.

… Nelson Faria cita em seu livro “A arte da improvisação”: a música não é feita nem de regras nem de clichês; a música transcende a estas coisas, e deve ser tocada e estudada tendo sempre este sentido em mente.

Oras, se não é o fato de saber mais escalas ou acordes do que o companheiro de instrumento ou banda, o fator que o torna melhor do que outro músico, qual o por quê de se colocar a vontade de demonstrar tudo o que se sabe numa execução qualquer, comprometendo assim o resultado da sua arte?

Em minha opinião a resposta mais natural seria a vaidade.

A vaidade compromete, expõe e ridiculariza o indivíduo, principalmente porque coloca em jogo todo trabalho de construção, ensaio e inspiração da banda. Já presenciei situações onde performances incabíveis para o momento atrapalharam momentos de oração importantes na igreja, terminaram assuntos que poderiam ser interessantes entre duas pessoas em um bar com música ao vivo ou simplesmente fez com que o pouco público que tínhamos (neste dia eu também estava no palco), levantasse e fosse embora.

Símbolo de imaturidade musical, muitas vezes o indivíduo acaba incluindo na sua categoria de incoerente os outros companheiros de palco, principalmente quando age como se aquele ato fosse algo natural e que recebe o apoio dos demais membros da banda.

No entanto, até mesmo os músicos mais experientes precisam lutar contra a vaidade e impor toda sua honestidade musical à frente. Isso faz toda diferença pra quem houve o resultado, além de no final trazer um enorme prazer de dever cumprido – “fiz o que tinha que ser feito, nem mais, nem menos…”.

Se você quiser um bom exemplo de músico disciplinado e coerente com sua música, mesmo considerando sua enorme capacidade técnica, procure algum disco do baixista chamado Richard Bona ou disco do guitarrista Pat Metheny com o pianista Lyle Mays.

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O show com Priscila Borges

18 maio, 2010

Tive a felicidade de trabalhar no show de estréia da minha grande amiga Priscila Borges. Na verdade foi um show de estréia pós-programa Ídolos 2009 onde ela foi uma das quatro finalistas.

Pra alguns amigos declarei que foi o show que eu esperava há anos e por quê?

Respondo: todo músico que gosta de desafios, espera um dia trabalhar com um time de músicos experientes, que sabem o que fazer, tocar boas composições, acompanhar uma boa cantora (ou cantor) e juntar isso tudo dentro de um ambiente cem por cento musical, bonito e elegante – adiciono ainda o fator instrumento, que no meu caso foi um “plus” na felicidade devido o setup que utilizei neste dia (veja as fotos mais abaixo). Pois é, pela graça do meu bondoso Deus isto aconteceu no dia 15 do mês passado (abril/2010).

O show trouxe uma ampla lista de aprendizado e momentos realmente divertidos. Sempre costumo dizer que boa música começa em um bom churrasco, entre amigos e mais uma vez percebi o quanto isso é verdade. O churrasco não rolou, mas em compensação os salgados e refrigerantes dos ensaios fizeram bem o seu papel.

Trabalhar cercado de amigos só poderia resultar num show carregado de emoção, descontração e cumplicidade.

Fui incumbido de montar a banda e escrever os arranjos, minha grande amiga Priscila me delegou essa responsabilidade e me deixou bastante a vontade pra fazer as coisas do jeito que eu ela sempre quisermos fazer, então ficou relativamente fácil visto que chamei alguns amigos e estes amigos…, bom estes amigos foram realmente o toque do show. Zé Luiz Barbosa (guitarra e violão), Comelli (baixo), Renato Trielli (bateria, a convite da própria Priscila) e Markito Freire (percussão, a convite do Zé mas amigo de outros trabalhos), fizeram com que os arranjos e releituras tivessem vida.

Foi um experiência que espero ter muitas outras vezes. Veja abaixo algumas fotos desse momento.

Priscila Borges e Nós Quinteto

Markito Freire, Renato Trielli, André Willian, Comelli, Zé Luiz Barbosa e Priscila Borges

O setup dos sonhos!

O setup dos sonhos!

Priscila Borges e Nós Quinteto no Tom Jazz

Priscila Borges

Priscila Borges

André Willian

André Willian

Comelli

Comelli

Renato Trielli

Renato Trielli

Zé Luiz Barbosa

Zé Luiz Barbosa

Markito Freire

Markito Freire

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Coca-Cola-History

12 abril, 2010

Fonte: http://www.ideafixa.com/evolucao-dos-vasilhames-de-coca-cola/coca-cola-history/

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Algumas verdades…

9 abril, 2010

“Os seguidores de Cristo contraem malária, enterram crianças e lutam contra o vício e, como resultado, encontram o medo. Não é a ausência de tempestades que nos distingue e sim quem descobrimos na tempestade: um Cristo imperturbado.”
Baseado no trecho de Mateus 8, onde os discipulos se vêem no meio de uma tempestade.

“Quanto mais inseguros nos sentimos, mais malvados nos tornamos.”

Max Lucado (Livro: Sem medo de viver)

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Como ajudar uma pessoa com Deficiência Visual

31 março, 2010

Nas últimas duas semanas, tenho trabalhado com um consultor que é deficiente visual. Esta experiência tem me trazido um grande aprendizado a cerca dessas pessoas, como são habilidosas e independentes, mas como eu disse a ele, tem coisas que achamos difíceis pra eles, mas eles tiram de letra, outras que achamos básicas eles tem dificuldade, então como agir?

Bom, uma amiga circulou no e-mail da empresa algumas dicas de como ser útil para um deficiente visual, veja logo abaixo:

  • Nem sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual precisam de ajuda, mas se encontrar alguma que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela, para isso pode por exemplo tocar-lhe levemente no braço, e ofereça seu auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve fazê-lo.
  • Ao entrar num recinto onde se encontra um cego, fale com ele. Isso o ajudará a identificá-lo.
  • Apresente seu visitante cego a todas as pessoas do grupo. Assim procedendo, você facilitará sua integração.
  • Se estiver conversando com ele, avise-o ao se afastar, principalmente se o local for barulhento, pois ele poderá continuar falando sozinho.
  • Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
  • É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral durante o trajeto.
  • Ao orientar um cego, não diga apenas à direita ou à esquerda, aqui ou ali. Essas informações são falhas e imprecisas. Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível, de preferência, indique as distâncias em metros (“uns vinte metros a sua frente”).
  • Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
  • Auxilie sempre a pessoa cega que pretenda atravessar a rua ou se utilizar de um meio de transporte, ainda que outro deficiente tenha recusado sua ajuda. A maioria lhe agradecerá o gesto.
  • Procure atravessar a rua com o cego em linha reta, pois do contrário ele poderá perder a orientação.
  • Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-la até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da cadeira, informando se esta tem braço ou não. Deixe que a pessoa sente-se sozinha.
  • Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.
  • Não deixe de falar de coisas inadequadas quanto à sua aparência física. Faça-o, contudo, com delicadeza para que ele não passe por situações constrangedoras.
  • Ao acompanhar um cego a um restaurante, leia as opções do cardápio juntamente com o preço.
  • Oriente o cego durante as refeições apenas quando for estritamente necessário.
  • Informe a pessoa cega com relação à posição dos alimentos colocados em seu prato.
  • Não encha a xícara ou o copo da pessoa cega até a beirada. Neste caso ela terá dificuldades em mantê-los equilibrados.
  • Não deixe objetos no caminho por onde uma pessoa cega costuma passar.
  • Não bata a porta do automóvel onde haja uma pessoa cega sem ter a certeza de que não lhe vai prender os dedos. Avise que irá fechar a porta.

COMO APOIAR O ESTUDANTE CEGO

  • Os estudantes com deficiência visual não têm a mesma possibilidade que os seus colegas em tirar apontamentos das aulas, recorrendo à gravação. Caso o docente se oponha, deverá fornecer ao estudante, elementos referentes ao conteúdo da cada aula.
  • Nas aulas deverão ser evitados termos como “isto” ou “aquilo”, uma vez que não têm significado para um estudante que não vê.
  • Quando utilizar o quadro, o docente deverá ler o que escreveu para que, ao ouvir a gravação da aula, o estudante tenha a noção do que foi escrito.
  • Se usar transparências o docente poderá proceder do seguinte modo: antes do início da aula fornecer ao estudante uma cópia em Braille (ou em caracteres ampliados ou mesmo em suporte digital), e se isso não for possível, fornecer no final uma cópia; durante a apresentação identificar e ler o conteúdo da transparência.
  • Quando recorrer a quadros, figuras ou slides deverá descrever o seu conteúdo. Alguns estudantes que não nasceram cegos, que ainda conservam algum resíduo visual, têm uma memória residual de objectos, figuras, etc.

COMO AJUDAR UM SURDOCEGO

  • Ao aproximar-se de um surdocego deixe que se perceba, com um simples toque, da sua presença.
  • Qualquer que seja o meio de comunicação adaptado faça-o gentilmente.
  • Combine com ele um sinal para que ele o identifique.
  • Aprenda e use qualquer que seja o método de comunicação que ele saiba, mesmo que elementar.
  • Se houver um método mais adequado que lhe possa ser útil ajude-o a aprender.
  • Tenha a certeza de que ele o está percebendo.
  • Encoraje-o a usar a fala se ele conseguir mesmo que ele saiba apenas algumas palavras.
  • Se estiverem outras pessoas presentes avise-o quando for apropriado para ele falar.
  • Avise-o sempre do que o rodeia.
  • Informe-o sempre de quando vai embora, mesmo que seja por um curto espaço de tempo.
  • Assegure-se que fica confortável e em segurança. Se não estiver, vai precisar de algo para se apoiar durante a sua ausência, coloque a mão dele no que servirá de apoio. Nunca o deixe sozinho num ambiente que não lhe seja familiar.
  • Mantenha-se próximo dele para que ele perceba sua presença.
  • Ao andar deixe-o apoiar-se no braço, nunca o empurre à sua frente.
  • Utilize sinais simples para o avisar da presença de escadas, uma porta ou um carro.
  • Um surdocego que apoia no seu braço percebe-se qualquer mudança do seu andar.
  • Confie na sua cortesia, consideração e senso comum. É normal esperar algumas dificuldades na comunicação.
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Caneta musical

22 março, 2010

Esta caneta foi criada para quem está aprendendo música tem o dom de ler partituras, assim quando você estiver em dúvida sobre alguma nota musical, basta clicar para ouvir o som na mesma hora. A caneta Piano Learning Pen tem uma caixa de som integrada e saída para fones de ouvido. Ela pode tocar os acordes em vários tempos e tem até um metrônomo para facilitar o aprendizado.

O único problema é que ela precisa de partituras especiais para funcionar, o que é mesmo uma pena, mas também não dá para esperar muito de uma caneta que custa 20 dólares (lá fora). Além do piano, ela também pode ser usada com outros instrumentos como guitarra e violino.

Saiba mais na clicando aqui.

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Fim da carteira obrigatória da OMB

21 dezembro, 2009

Uma boa notícia para os músicos. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu, por unanimidade, a proibição da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) fiscalizar os músicos bem como exigir a inscrição na entidade.

O Acórdão garante aos músicos do Estado de São Paulo o direito de exercício da profissão, sem necessidade de prova, inscrição na OMB e sujeição ao regime disciplinar específico. O Acórdão destaca, entre outros pontos, que “a Lei nº 3.857/60 não exige o registro na OMB de todo e qualquer músico para o exercício da profissão, mas apenas dos que estão sujeitos à formação acadêmica sob controle e fiscalização do Ministério da Educação”.

“De agora em diante os músicos do estado de São Paulo não podem mais ser fiscalizados pela OMB e nem tampouco ter a obrigatoriedade da inscrição na mesma”, disse Giannazi em seu pronunciamento na Assembléia Legislativa de São Paulo.

Giannazi fez também uma representação no Ministério Público Federal pedindo a suspensão de vários artigos da Lei 3857/60 – que criou a Ordem dos Músicos do Brasil. Depois de julgada pelo Supremo, a ação pode passar a valer em todo o território nacional, desobrigando músicos da inscrição na entidade.

O Acórdão está disponível no site do Tribunal Regional Federal (www.trf3.jus.br). Para quem quiser consultar na íntegra, o número do processo é 2005.61.15.001047-2.

Fonte: Música & Mercado (http://www.musicaemercado.com.br/revista/musicaemercado/noticias.asp?id=2623).


Comento: aindo mantenho minha carteira de afiliado da O.M.B. porque infelizmente existem lugares que acreditam que esta instituição desorganizada e sem propósitos, é capaz de qualificar os músicos que “podem” ou “têm condições” de trabalhar. A única vantagem que tive até hoje nestes 5 anos de filiação a O.M.B., foi um desconto no ingresso da ExpoMusic 2009.

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