Veja quantos sucessos você já ouviu com a mesma harmonia
Publicação Original: http://www.naosalvo.com.br/vc/tudo-e-possivel-com-4-acordes/

Veja quantos sucessos você já ouviu com a mesma harmonia
Publicação Original: http://www.naosalvo.com.br/vc/tudo-e-possivel-com-4-acordes/

As muitas horas dedicadas ao aprendizado de música trazem benefícios a longo prazo, mostra um estudo publicado na versão on-line do jornal “Neuropsychology”, da Associação Americana de Psicologia.
A pesquisa indica que aqueles que tocaram instrumentos musicais por muitos anos parecem formar uma proteção natural contra perdas cognitivas que costumam ocorrer durante a terceira idade.
Mesmo que essas pessoas tenham largado o instrumento em algum momento das suas vidas, a mente ainda se mostra afiada na idade avançada, se comparada àqueles que nunca aprenderam música.
Um grupo formado por 70 musicistas com idade entre 60 e 83 anos se submeteu a variados testes de memória e habilidade para captar informações novas, entre outras situações.
O resultado é que se saíram melhor nas provas quem tocou música durante nove e dez anos. O que sugere que quanto mais as pessoas tocam, mais benefícios terão no futuro.
O piano ficou como o instrumento mais popular entre os músicos, seguido dos instrumentos de sopro. Todos eram amadores e tinham em comum terem iniciado aulas de música por volta dos dez anos.
O estudo também considerou o preparo físico e o nível educacional dos participantes. E, o que chamou a atenção, é que havia igualmente a relação entre a capacidade cognitiva e os anos de atividade musical se os voluntários estavam ou não envolvidos com música atualmente.
A descoberta mostra que o funcionamento cerebral pode ser alterado e a música pode ser um assunto para considerações futuras porque envolve uma combinação de capacidades motoras, leitura, audição e ações repetitivas.
Fonte: Folha.com

A música é uma arte celestial e eterna, capaz de movimentar multidões, mudar a forma do sujeito de vestir, tratar doenças e uma grande instrumento de ensino, mas também ajuda na formação da opinião.
Acho curioso também como a música ao mesmo tempo que pública, é particular e por diversas vezes ela toca o indivíduo de um jeito que o arrebata à ilusão de achar que sua opinião é a mesma que a da maioria.
Quantas vezes não me senti como o sujeito da ilustração abaixo:
É engraçado, mas já passei várias vezes por essa situação.
Um abraço!

Quando um artista se deixa levar pela vaidade, está colocando sua arte em risco.
A afirmação não é de nenhum grande pensador, trata-se de uma conclusão que cheguei observando alguns artistas, analisando suas trajetórias e me lembrando de alguns momentos vividos.
… Nelson Faria cita em seu livro “A arte da improvisação”: a música não é feita nem de regras nem de clichês; a música transcende a estas coisas, e deve ser tocada e estudada tendo sempre este sentido em mente.
Oras, se não é o fato de saber mais escalas ou acordes do que o companheiro de instrumento ou banda, o fator que o torna melhor do que outro músico, qual o por quê de se colocar a vontade de demonstrar tudo o que se sabe numa execução qualquer, comprometendo assim o resultado da sua arte?
Em minha opinião a resposta mais natural seria a vaidade.
A vaidade compromete, expõe e ridiculariza o indivíduo, principalmente porque coloca em jogo todo trabalho de construção, ensaio e inspiração da banda. Já presenciei situações onde performances incabíveis para o momento atrapalharam momentos de oração importantes na igreja, terminaram assuntos que poderiam ser interessantes entre duas pessoas em um bar com música ao vivo ou simplesmente fez com que o pouco público que tínhamos (neste dia eu também estava no palco), levantasse e fosse embora.
Símbolo de imaturidade musical, muitas vezes o indivíduo acaba incluindo na sua categoria de incoerente os outros companheiros de palco, principalmente quando age como se aquele ato fosse algo natural e que recebe o apoio dos demais membros da banda.
No entanto, até mesmo os músicos mais experientes precisam lutar contra a vaidade e impor toda sua honestidade musical à frente. Isso faz toda diferença pra quem houve o resultado, além de no final trazer um enorme prazer de dever cumprido – “fiz o que tinha que ser feito, nem mais, nem menos…”.
Se você quiser um bom exemplo de músico disciplinado e coerente com sua música, mesmo considerando sua enorme capacidade técnica, procure algum disco do baixista chamado Richard Bona ou disco do guitarrista Pat Metheny com o pianista Lyle Mays.

Tive a felicidade de trabalhar no show de estréia da minha grande amiga Priscila Borges. Na verdade foi um show de estréia pós-programa Ídolos 2009 onde ela foi uma das quatro finalistas.
Pra alguns amigos declarei que foi o show que eu esperava há anos e por quê?
Respondo: todo músico que gosta de desafios, espera um dia trabalhar com um time de músicos experientes, que sabem o que fazer, tocar boas composições, acompanhar uma boa cantora (ou cantor) e juntar isso tudo dentro de um ambiente cem por cento musical, bonito e elegante – adiciono ainda o fator instrumento, que no meu caso foi um “plus” na felicidade devido o setup que utilizei neste dia (veja as fotos mais abaixo). Pois é, pela graça do meu bondoso Deus isto aconteceu no dia 15 do mês passado (abril/2010).
O show trouxe uma ampla lista de aprendizado e momentos realmente divertidos. Sempre costumo dizer que boa música começa em um bom churrasco, entre amigos e mais uma vez percebi o quanto isso é verdade. O churrasco não rolou, mas em compensação os salgados e refrigerantes dos ensaios fizeram bem o seu papel.
Trabalhar cercado de amigos só poderia resultar num show carregado de emoção, descontração e cumplicidade.
Fui incumbido de montar a banda e escrever os arranjos, minha grande amiga Priscila me delegou essa responsabilidade e me deixou bastante a vontade pra fazer as coisas do jeito que eu ela sempre quisermos fazer, então ficou relativamente fácil visto que chamei alguns amigos e estes amigos…, bom estes amigos foram realmente o toque do show. Zé Luiz Barbosa (guitarra e violão), Comelli (baixo), Renato Trielli (bateria, a convite da própria Priscila) e Markito Freire (percussão, a convite do Zé mas amigo de outros trabalhos), fizeram com que os arranjos e releituras tivessem vida.
Foi um experiência que espero ter muitas outras vezes. Veja abaixo algumas fotos desse momento.


“Os seguidores de Cristo contraem malária, enterram crianças e lutam contra o vício e, como resultado, encontram o medo. Não é a ausência de tempestades que nos distingue e sim quem descobrimos na tempestade: um Cristo imperturbado.”
Baseado no trecho de Mateus 8, onde os discipulos se vêem no meio de uma tempestade.
“Quanto mais inseguros nos sentimos, mais malvados nos tornamos.”
Max Lucado (Livro: Sem medo de viver)

Nas últimas duas semanas, tenho trabalhado com um consultor que é deficiente visual. Esta experiência tem me trazido um grande aprendizado a cerca dessas pessoas, como são habilidosas e independentes, mas como eu disse a ele, tem coisas que achamos difíceis pra eles, mas eles tiram de letra, outras que achamos básicas eles tem dificuldade, então como agir?
Bom, uma amiga circulou no e-mail da empresa algumas dicas de como ser útil para um deficiente visual, veja logo abaixo:
COMO APOIAR O ESTUDANTE CEGO
COMO AJUDAR UM SURDOCEGO

Esta caneta foi criada para quem está aprendendo música tem o dom de ler partituras, assim quando você estiver em dúvida sobre alguma nota musical, basta clicar para ouvir o som na mesma hora. A caneta Piano Learning Pen tem uma caixa de som integrada e saída para fones de ouvido. Ela pode tocar os acordes em vários tempos e tem até um metrônomo para facilitar o aprendizado.
O único problema é que ela precisa de partituras especiais para funcionar, o que é mesmo uma pena, mas também não dá para esperar muito de uma caneta que custa 20 dólares (lá fora). Além do piano, ela também pode ser usada com outros instrumentos como guitarra e violino.
Saiba mais na clicando aqui.

Uma boa notícia para os músicos. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região decidiu, por unanimidade, a proibição da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) fiscalizar os músicos bem como exigir a inscrição na entidade.
O Acórdão garante aos músicos do Estado de São Paulo o direito de exercício da profissão, sem necessidade de prova, inscrição na OMB e sujeição ao regime disciplinar específico. O Acórdão destaca, entre outros pontos, que “a Lei nº 3.857/60 não exige o registro na OMB de todo e qualquer músico para o exercício da profissão, mas apenas dos que estão sujeitos à formação acadêmica sob controle e fiscalização do Ministério da Educação”.
“De agora em diante os músicos do estado de São Paulo não podem mais ser fiscalizados pela OMB e nem tampouco ter a obrigatoriedade da inscrição na mesma”, disse Giannazi em seu pronunciamento na Assembléia Legislativa de São Paulo.
Giannazi fez também uma representação no Ministério Público Federal pedindo a suspensão de vários artigos da Lei 3857/60 – que criou a Ordem dos Músicos do Brasil. Depois de julgada pelo Supremo, a ação pode passar a valer em todo o território nacional, desobrigando músicos da inscrição na entidade.
O Acórdão está disponível no site do Tribunal Regional Federal (www.trf3.jus.br). Para quem quiser consultar na íntegra, o número do processo é 2005.61.15.001047-2.
Fonte: Música & Mercado (http://www.musicaemercado.com.br/revista/musicaemercado/noticias.asp?id=2623).
Comento: aindo mantenho minha carteira de afiliado da O.M.B. porque infelizmente existem lugares que acreditam que esta instituição desorganizada e sem propósitos, é capaz de qualificar os músicos que “podem” ou “têm condições” de trabalhar. A única vantagem que tive até hoje nestes 5 anos de filiação a O.M.B., foi um desconto no ingresso da ExpoMusic 2009.